São 1:59 horas do dia 21 de Janeiro deste 2010.º ano da era de Cristo e eu cheguei apenas há uns minutos a casa.
O cidadão, ávido de Justiça, não perdoa.
E eu não me perdoo por não conseguir fazer mais e melhor pelo cidadão.
A vantagem de vir a esta hora, mais ou menos indecente para uma senhora que se preze, para mais, Mãe de filhos, é que a estrada está livre e desimpedida e o A3 pode dar asas à sua pretensão de ser um pequeno jactinho privado.
Estava a brincar.
Não é nada disso. Como é evidente.
A verdadeira vantagem é que, a esta hora tardia, passa, na TSF, certamente em repetição, o "Pessoal... e transmissível", com o Carlos Vaz Marques.
Adoro.
Hoje, a entrevistada era Isabela Figueiredo e o propósito da entrevista era, no essencial, dar a conhecer o lançamento do livro "Caderno de Memórias Coloniais".
Não conhecia a escritora.
Não conheço o livro.
Mas o discurso não me deixou, de todo, indiferente. Gostei.
Fiquei a saber que a Isabela escreve na blogosfera, aqui.
Ainda não tive oportunidade senão de espreitar, porque é muito tarde para estes devaneios...
Gostava de poder ir ao lançamento, pelo menos no próximo dia 6...
Agora... uma caneca de leite e... cama.
Por este andar, amanhã não me mexo...
Agora... uma caneca de leite e... cama.
Por este andar, amanhã não me mexo...

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