
Apesar de, na noite passada, o cansaço ter vencido a vontade de espreitar os Globos de Ouro 2009 (SIC)...
... Isso apenas aconteceu após algum tempo de emissão.
Devo dizer que, do pouco que vi, fiquei absolutamente arrepiada com duas das situações que se viveram no evento.
Uma delas, foi o primeiro dos discursos (pois que disso, verdadeiramente, se tratou) do actor António Feio.
A coragem de, apesar da voz embargada, fazer graça, a falar a sério, com a tormenta do cancro de que padece.
Absolutamente comovedor.
Aplaudi de pé.
A segunda, mais do que actuação dos artistas que integram o projecto Amália Hoje (e Sempre) - que reputo de muitíssimo interessante, aguardando ansiosamente por poder ouvir o disco, já que muito hoje se criticou o playback -, as expressões emocionadas nos olhares dos cantores Mariza e Camané, perante o renascimento, renovado, das palavras imortalizadas pela Diva.
A ausência de palavras, os olhares carregados de sentido tocaram-me, assim como deverão ter tocado muitos dos que acompanharam a emissão da gala.
Foi o brilhozinho nos olhos que não desmentiu a saudade e a emoção de, hoje e sempre, retomar... Amália.
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