segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Disfarces a postos...

Quando era miúda gostava do Carnaval.
Pelos disfarces e pelo empenho que a minha mãe (mais na parte criativa) e a minha tia L. (na execução) colocavam nos mesmos.
Chegada ao ciclo preparatório, passei a detestar a festividade. Era o tempo em que os garotos já não se fantasiavam, antes achavam graça a brincadeiras que nunca me seduziram, como atirar ovos ou sacos de água a quem passava na rua.
Também a "importação" do Carnaval tipicamente brasileiro terá contribuído para o meu desinteresse pelo Entrudo. Respeitando, invariavelmente, os gostos e opiniões alheios, não faz sentido, para mim, ter mulheres desnudadas a sambar na via pública, sendo que em Portugal é inverno e o samba não é propriamente um marco da cultura popular portuguesa...
Desde o nascimento do meu primeiro filho, porém, passei a ter uma perspectiva renovada sobre o assunto. Desde então, é a mim que cabe o papel de "viabilizadora" dos sonhos dos petizes e sabe tão bem!
Este ano, optaram por "saltitar" entre o Super Mario e o Luigi (no caso do M.), e entre a Rapunzel e a Frankie Stein (no caso da C.), disfarces que irão usar durante os 5 dias que dura a celebração (de sexta, data em que vão fantasiados para o colégio, a terça-feira gorda). Ficam sempre tão felizes, com uns sorrisos tão abertos naquelas carinhas que adoro! Só por isso, já vale a pena! Estou ansiosa por vê-los fantasiados!
 

1 comentário:

Anónimo disse...

Li o seu post sobre o Carnaval, e se gosta de carnaval sem influências brasileiras, tem que vir conhecer o de Canas de Senhorim, um carnaval muito tradicional, muito bairrista, muito nosso. Gostaria de lhe enviar algumas fotos e um pouco da nossa história. Se me puder indicar algum e-mail para onde eu o possa fazer.
Vera Faria