Cada vez que eu e o Martim nos lembramos da cara deste espécime, rimo-nos à gargalhada, como se não houvesse amanhã, ou, pelo menos, como se, no nosso amanhã, nunca mais fosse haver nada de tão ridiculamente engraçado...
O barulho insuportável das obras (e o alarme também já tocou... já tocou, sim senhor!) continua, a minha paciência está nos limites mínimos ou abaixo disso e eu lembrei-me do boneco e da sua expressão esgazeada...
Deve ser esta a expressão que eu hoje ostento, não sei, estou sem paciência, sequer, para me ir ver ao espelho.

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