Ontem, citando Valter Hugo Mãe, transcrevi para o meu mural do Facebook o seguinte:
"(...) Um dia, depois de ter comprado um grande boneco de pano que encontrou à venda numa feira, o Crisóstomo sentou-se no sofá abraçando-o. Abraçava o boneco e procurava pensar que seria como um filho de verdade, abanando a cabeça igual a estar a dizer-lhe alguma coisa. Afagava-lhe os cabelos enquanto fantasiava uma longa conversa sobre as coisas mais importantes de aprender. Começava sempre as frases por dizer: sabes, meu filho. Era o que mais queria dizer. (...)".
O texto é retirado da primeira página d' "O Filho de Mil Homens", um dos vários livros que tenho na "pilha" formada pelos "livros adquiridos a aguardar por serem lidos".
Há dois dias, num momento de descontração numa superfície comercial, deparei-me com o projecto/colecção 1+1=1, na montra da loja da Vista Alegre. O livro, em reedição exclusiva ilustrada por João Vaz de Carvalho, faz conjunto com uma terrina na emblemática e centenária porcelana nacional. Edição limitada a 1000 exemplares. € 170,00 o pacote. E esta é a parte em que o querer é vencido pelo (não) poder.
A terrina pretende ilustrar a comunhão entre as pessoas em redor de uma mesa. Escolhida entre o acervo da Vista Alegre/Atlantis, foi recriada por forma a que, a tampa da peça, que inclui várias cabeças de figuras desenhadas por João Vaz de Carvalho, corresponda a corpos diferentes, consoante a colocação, fazendo uma alusão lúdica ao título e ao tema do livro.
Acerca desta sua participação (apresentada publicamente no dia em que o escritor completou 41 anos), Valter Hugo Mãe afirmou: “A terrina que a Vista Alegre agora produz é uma celebração maior do que o livro. É uma celebração da comunhão entre as pessoas, quaisquer pessoas que, por bem, se juntem em redor de uma mesa, melhorando a vida uns dos outros. É o objeto perfeito para esse símbolo. E o João Vaz de Carvalho não podia ser uma escolha mais certa. Ele mostra-nos a família do Crisóstomo e como, divertidamente, todos se confundem, porque todos se pertencem e se misturam, participando ativa e alegremente na maravilha de se gostar de ter alguém”.
Adoro. Está já na minha wishlist... de sonho, pelo menos.
Acerca desta sua participação (apresentada publicamente no dia em que o escritor completou 41 anos), Valter Hugo Mãe afirmou: “A terrina que a Vista Alegre agora produz é uma celebração maior do que o livro. É uma celebração da comunhão entre as pessoas, quaisquer pessoas que, por bem, se juntem em redor de uma mesa, melhorando a vida uns dos outros. É o objeto perfeito para esse símbolo. E o João Vaz de Carvalho não podia ser uma escolha mais certa. Ele mostra-nos a família do Crisóstomo e como, divertidamente, todos se confundem, porque todos se pertencem e se misturam, participando ativa e alegremente na maravilha de se gostar de ter alguém”.
Adoro. Está já na minha wishlist... de sonho, pelo menos.






















































