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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Projecto "A Felicidade Mora Aqui" - Doçura ou Travessura: A Moldura

Feliz Halloween!
Ainda a propósito da celebração de hoje, deixo-vos a imagem que elaborei para a moldura da mesa dos petizes cá de casa, para o caso de quererem imprimi-la para vós!
Divirtam-se muito!

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Projecto "A Felicidade Mora Aqui" - Doçura ou Travessura: As Etiquetas



 

Projecto "A Felicidade Mora Aqui" - Doçura ou Travessura: Um Lanche de "Halloween"

Desde a Antiguidade, observa-se que várias festividades populares eram rodeadas pela valorização dos opostos que regem o mundo. Um dos mais claros exemplos do que acaba de afirmar-se ocorre em relação ao Carnaval, que antecede toda a abstinência e resignação da Quaresma. No caso do "Halloween", a festa tem lugar um dia antes da celebração de Todos os Santos e, por isso, tem a sua designação inspirada na expressão "all hallow's eve", ou seja, "a véspera de todos os santos".
Pelo facto de o 1.º de Novembro estar cercado de um valor sagrado e extremamente positivo, os Celtas acreditavam que o mundo seria ameaçado, na véspera, pela acção de terríveis demónios e fantasmas. Dessa forma, o "Halloween" tem origem na preocupação de, de forma simbólica, afastar a influência dos maus espíritos que influenciariam a sua colheita, através de uma festa caracterizada por figuras estranhas e bizarras.
No processo de ocupação do território europeu, os povos pagãos trouxeram esta influência cultural em pleno processo de disseminação do Cristianismo. Inicialmente, os cristãos celebravam todos os santos no mês de Maio; todavia, por volta do século IX, a Igreja fez deslocar esta festa sagrada para o 1.º dia de Novembro, por forma a promover que os bárbaros se recordassem que a mesma se seguiria imediatamente à antiga e costumeira celebração do "Halloween".
Pelo facto de ter uma relação intrínseca com o mundo dos espíritos, o "Halloween" foi logo associado à figura das bruxas e feiticeiras. Durante a Idade Média, esta associação tornou-se mais pungente, na medida em que a Santa Inquisição perseguiu e acusou várias pessoas de exercerem a bruxaria. Do mesmo modo, os mortos também se tornaram comuns nesta celebração, por já não pertencerem ao mundo terreno.
Ao chegarem à América do Norte, os irlandeses introduziram na cultura a festa em referência e transformaram a lanterna de Jack (para mais informação, ver o  texto publicado no site http://www.brasilescola.com/halloween/historia-halloween.htm) numa abóbora iluminada com feições humanas. Os disfarces e as máscaras usadas pelos participantes da festa tinham como escopo evitar que fossem reconhecidos pelos espíritos que vagueiam nesse dia. Actualmente, as fantasias são utilizadas por crianças que batem às portas pedindo guloseimas, por contraponto de evitarem fazer alguma travessura contra o proprietário da casa.
 
Desde o ano seguinte ao nascimento do meu primeiro filho, introduzi, nas celebrações da família, o "Halloween". No ano transacto, resolvi fazer uma festa alargada a dois casais amigos e respectivos filhos, pelo que a casa se encheu de bruxinhas, dráculas, etc. Procurei criar um ambiente vintage, mais adequado a participantes adultos, e posso dizer-vos que resultou na perfeição!
Este ano, até porque se pede alguma contenção, optei por fazer uma pequena mesa de doçuras para os dois petizes (na esperança de que não façam muitas travessuras esta semana!), usando alguns elementos decorativos que já possuía de festas anteriores e os doces, adquiridos para o efeito. Como não dispunha de tempo suficiente para fazer algo mais elaborado, optei por não confeccionar, por exemplo, bolachas em forma de abóbora, chapéu de bruxa e fantasma, apesar de dispor dos cortadores adequados para tanto (os quais adquiri na loja ARTeirices Gulosas). Tenho alguma pena de não ter feito estes biscoitos, pois resultam muito bem nas mesas de "Halloween" e são muito apreciados pelas crianças.
A paleta de cores escolhida foi o preto/branco/laranja/verde, mas, comummente, esta última cor é substituída pelo roxo.
Todas as etiquetas foram elaboradas por mim e cortadas com recurso a guilhotina e à "Big Shot" da "Sizzix", mas podem perfeitamente ser recortadas com tesoura, utilizando-se, por exemplo, tampas de dois tamanhos para desenhar, com maior exactidão, os círculos. Num novo "post", deixo-vos as imagens para que possam imprimi-las e usá-las.
Cá em casa, esta mesa constituiu uma surpresa para as crianças, mas é também muito divertido desenvolver as actividades inerentes com elas, que ficam sempre excitadíssimas por poderem ajudar!
O resultado foi este...
 
 
 
 
 
 







 
 


 
 
Chocolates, napolitanas, gomas e marshmellows: Hussel
Muffins, maçã, sumo de laranja, gelatina e palhinhas: Continente
Set de 4 tubos com sprinkles: My Cake
Forminhas de papel: ARTeirices Gulosas
Grinalda com abóboras, teia de aranha e aranhas: Toys 'r' Us
Caldeirão e caveira: Papagaio sem Penas
Abóboras decorativas e mocho: Area
Cake Stand branco e Cupcake Stand em vidro alto: Angelic
Cupcake Stand em vidro mais baixo e moldura: A Loja do Gato Preto
Garrafinhas em vidro para sumo: More Than Cookies
Travessa branca: Spal
Caixa de cartão e potes em vidro: Espaço Casa
Candelabro: Zara Home
Relógio de parede: Arboretto
 
Fotografia: Miguel Oliveira

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Projecto "A Felicidade Mora Aqui" - Baptismo intimista

No domingo último, tive a honra e o prazer de estar, juntamente com a minha família, no baptismo de um bebé muito especial, filho de um casal de amigos nossos que são, simultaneamente, padrinhos do Martim.
Esta celebração foi reservada aos familiares mais próximos, aos padrinhos escolhidos e aos já compadres do casal, sendo, no total, dezassete os convivas.
Algumas pessoas terão a convicção de que celebrações como casamentos e baptismos fazem mais sentido quando partilhadas com um leque bastante alargado de pessoas. Esta não é, porém, uma verdade absoluta.
Como sucede em todas as situações da vida em que somos colocados perante opções, existem vantagens e desvantagens a considerar. E, pese embora as celebrações abertas a círculos menos amplos de familiares e amigos possam ter como pressuposto a prévia execução da árdua tarefa de delimitação dos "perímetros" (note-se que a escolha do critério a adoptar nem sempre é simples nem linear!), a verdade é que as mesmas trazem consigo, como contraponto, uma maior possibilidade de todos os participantes desfrutarem mais intensamente do evento.
Na minha opinião, nada é mais desagradável do que receber pessoas com as quais, enquanto anfitriões, não conseguimos conviver com um mínimo de qualidade, nem, sequer, apercebermo-nos de se as mesmas estão confortáveis ou se necessitam de alguma atenção ou cuidado em especial.
Por outro lado, malograda e adicionalmente, todos reconheceremos que, no actual circunstancialismo, para muitas famílias não é exequível, do ponto de vista material, receber, com qualidade, como se impõe, muitos convivas. E sabemos, igualmente, que, na mesma conjuntura, se torna difícil, para muitas outras famílias, poderem participar, conforme gostariam, nos eventos dos seus familiares e amigos, com tudo o que isso comporta - aquisição de vestuário para todo o agregado e de serviços de estética e de cabeleireiro, despesas de deslocação, aquisição de presentes, etc..
Penso, pois, que, nos dias que correm, todos tenderão a conferir especial valor a uma opção que, já em tempos de maior abastança, tinha (as mesmas) inexoráveis vantagens, ainda que pudesse ser rotulada de "menos conforme à tradição", pelo menos, no seio das famílias mais conservadoras.
Tempos de crise à parte, asseguro-vos, todavia, que as celebrações mais intimistas se tornam muito fluídas e adquirem um significado e um conteúdo próprios e são passíveis de serem, efectivamente, desfrutadas e recordadas, com grata satisfação, por todos quantos nela participam.
Por outro lado, o facto de os convidados serem em menor número, permite aos anfitriões optar por soluções menos "industrializadas", que o mesmo é dizer, dar mais atenção à individualidade de cada um dos seus convidados. Permite, ainda, personalizar mais o evento, sem que isso comporte custos exagerados, normalmente inerentes ao recurso a grandes estruturas empresariais que operam no mercado.
Na recepção subsequente ao baptismo deste bebé, foi oferecido um almoço de elevada qualidade num restaurante com uma maravilhosa vista directa sobre o mar.
Como pequeno mimo e, também, em forma de agradecimento pela partilha, ofereci-me, junto destes meus amigos, para realizar os cartões marcadores, a decoração das mesas de refeição e do bolo, bem como os saquinhos das ofertas simbólicas aos convidados.
O espírito a respeitar - para além da paleta de cores, azul navy e branco - era o da serenidade, procurando-se proporcionar um ambiente simples e impoluto.
Recorrendo a papéis texturados, cortadores, artigos decorativos de que dispunha, nougat mole delicioso e alguma imaginação, o resultado final foi este...
 
 
 
 
Bolo de Baptismo: ARTeirices Gulosas
Cake stand: Décor Bon Bon by Rosanna
Moldura e pomba(s) em porcelana: A Loja do Gato Preto
Gaiola e corações metálicos: Violet
Bomboneira: Loja Viva
Candelabro(s): Zara Home
Cesto das Ofertas: Angelic Renaissence Candles
Papéis texturados: At Home Hobby e Staples Office Centre
Nougat mole: Hussel

sábado, 13 de outubro de 2012

Projecto "A Felicidade Mora Aqui"

Hoje acordei antes das sete horas. Melhor, fui acordada pelo meu filho, de seis anos de idade.
Abraçou-me, como sempre faz, tão carinhosamente, e chorou. Disse: "- Eu quero viver com a minha família!". E a família dele inclui-me. Dentro de poucos dias, por imperativos profissionais, estarei, por tempo indeterminado, a mais de trezentos quilómetros de distância de casa e apenas poderei estar com a minha família (e amigos que por cá ficam) aos fins-de-semana.
Simultaneamente, o Governo anuncia um cenário tributário que deixará a generalidade dos portugueses, no mínimo, muito apreensivos. E ainda mais depauperados, temo.
Digo para mim que sobreviveremos a isto. Temos de sobreviver! Por nós, pelos nossos, por todos aqueles que amamos e com quem queremos, acima de tudo, partilhar bons momentos, pois, no final, serão esses que recordaremos.
Já tinha em mente dar início a uma rubrica, aqui no blogue, na qual pudesse partilhar algumas ideias, mais ou menos elaboradas, de pequenas coisas que podemos implementar nas nossas rotinas e que podem fazer-nos ganhar espaços, nas nossas vidas, de maior qualidade.
Na verdade, por muito difíceis que sejam as actuais circunstâncias do país e do mundo, factores exógenos que tanto condicionam o nosso bem-estar, penso que todos temos o dever de procurar limitar, na medida do possível, as repercussões que os mesmos alcançam sobre as nossas vidas.
E isso passa, creio, por valorizarmos o que temos (principalmente, a nossa riqueza emocional e os afectos que a alimentam) e por emprestarmos um bocadinho mais de magia à nossa existência diária. Viver com maior intensidade a nossa casa, torná-la mais bonita e sentir prazer nisso. Tornar uma refeição, dita do dia-a-dia, mais significativa,  adicionando à mesa algum elemento decorativo que assuma, para nós, valor sentimental. Voltar a receber em nossa casa, organizando pequenos encontros temáticos, de acordo com a personalidade e gostos dos nossos convivas. Fazer uma "movie's night" com o marido/namorado ou com os amigos. Explorar os espaços públicos adequadamente, fazendo piqueniques, com ou sem crianças. Criar pequenas ofertas personalizadas, fugindo aos "clichés" dos dias festivos do calendário...
Existe um universo (infindável, portanto) de situações que podem ser criadas para celebrarmos os dias que, privilegiadamente, ainda viveremos, seja qual for a nossa idade ou estado civil, tenhamos ou não crianças.
Julgo ser nos momentos de maiores dificuldades e constrangimentos que o ser humano sente um chamamento mais forte para se realizar. E, creio, a pessoa realiza-se, de facto, de si para si, mas, também, para e através dos outros. Daí a necessidade de partilha.
Hoje é, pois, o dia perfeito para inaugurar este que designei por Projecto "A Felicidade Mora Aqui". Porque temos a obrigação de fazer a felicidade morar em nós, nas nossas casas e nos nossos corações.
Partilho, assim, duas fotografias do nosso almoço da passada terça-feira. Era dia de trabalho, mas o meu marido, generosamente, tirou a tarde para ir comigo a Coimbra, a uma consulta médica inadiável. Senti que, no mínimo, devia proporcionar-lhe(nos) uma mesa mais cuidada, pelo que adornei a mesma com uma pequena jarra de rosas vermelhas e os dois demais elementos decorativos que podem observar.
Uma ideia de muito rápida implementação e que resultou numa refeição ainda mais agradável!
 
 
 
 
 
(Bolo de Mousse de Chocolate, divinal, da Choc and Others)