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quinta-feira, 22 de abril de 2010

Museu da Marioneta


Puff... que caminhada esta pelos dias que passaram desde a última vez em que "postara" no blog...

Não vou aqui fazer referência a todas as angústias, que têm sido e estão a ser muitas, por que passo, nestes mesmos dias.
Não o faço porque não me apetece, nem tenho forças para isso. Prefiro antes distrair a mente com as coisas que saem, precisamente, do registo da angústia.

No Domingo que passou, pela manhã, fomos com a criançada ao Museu da Marioneta.
A convite da Matilde e da Clarinha, distintas princesas, que naquele espaço celebraram os seus 5.º e 1.º Aniversários, respectivamente.

Nunca lá tinha ido e... adorei!
O edifício em que está instalado, o Convento das Bernardas, é muito bonito, e a exposição guiada é espectacular.

Tive pena de não ter podido apreciar as marionetas e os fantoches expostos mais demoradamente, mas, para isso, poderei aproveitar uma nova visita, num destes dias.

No final da visita, todos os meninos se dedicaram a uma criação sua, e trouxeram para casa uns bichinhos cheios de cor e de magia, que são, afinal, máscaras de sombra.

O lanchinho, oferecido pela R. e pelo G., também agradou a petizes e graúdos e os bolos que ambos fizeram e decoraram estavam, simplesmente, DEMAIS!
(como é que nem sequer levei a Coolpix??!!)

Obrigada a ambos, foi uma manhã muito bem passada!

domingo, 28 de março de 2010

O Martim foi ao teatro


Na quinta-feira que passou, o Martim foi ao teatro com a Escolinha...

O Corcunda de Notre Dame, a produção mais recente do TIL - Teatro Infantil de Lisboa , em cena no Teatro Armando Cortez (Casa do Artista), foi a peça escolhida.

O petiz regressou muito entusiasmado e as educadoras disseram que esteve sempre muito atento e que, no final, colocou muitas perguntas.

Aqui fica a sinopse.

"O Corcunda de Notre Dame integra as temáticas da diferença e da tolerância. Lidar com a diferença, sobretudo ao nível da faixa etária a que os nossos espectáculos se destinam, reveste-se de fundamental importância para a promoção da cidadania. Com a clássica história de Quasimodo, pretendemos fomentar a tolerância e a fraternidade.

Trata-se da história do disforme sineiro da Catedral de Notre-Dame, que se liberta do seu perverso “dono” e ganha a incondicional aceitação do povo de Paris. Quasimodo,que nasceu com uma deformação física, é forçado a viver escondido na torre sineira da Catedral, mas o corcunda, julgado apenas pela sua fealdade, é uma pessoa sensível e generosa. Luta para salvar Esmeralda, a bela cigana, de uma execução injusta e revela-se um ser humano excepcional. Uma história de heroísmo e aventura, cheia de cor, e simultaneamente de tolerância e humanismo".


Texto e Encenação: Fernando Gomes
Direcção Cenográfica: Kim Cachopo
Cenografia: RO-
Música: Quim Tó
Coreografia: Víctor Linhares
Adaptação e Direcção Coreográfica: Catarina Louro
Figurinos: Lucília Telmo
Desenho de Luz: Paulo Sabino
Voz:Rui de Luna
Elenco: Adriana Pereira, Agostinho Macedo, Ana Freitas, Henrique Macedo, João Miguel Mota, Kim Cachopo, Maria João Vieira, Miguel Vasques, Paulo Neto e Tânia Cardoso.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

No Reservations

Serão da quinta-feira que passou.
Simples, leve, terno.
Gostei muito.

Alice in Wonderland

Deve ser muito agradável aos sentidos...
Um destes dias, quero ver.









Tic. Tac. Tic.Tac. Cogumelos gigantes e coloridos. Florestas encantadas e misteriosas. Uma chave grande demais. Uma porta que não abre. O mundo do paraíso está a chegar ao grande ecrã e com ele chegam também grandes estrelas do cinema.

Esta história passa-se 12 anos após a história original e é uma sequência misteriosa. Alice tem agora aos 19 anos e vive em Oxford. Um dia numa festa da nobreza em Oxford descobre que está prestes a ser pedida em casamento e fica desesperada. Em pânico ela foge seguindo um coelho branco, e vai parar no País das Maravilhas, um local que ela visitou há dez anos mas não se recordava.

Para assinar o filme em grande, o elenco é luxuoso. Mia Wasikowska é Alice, Johnny Depp interpreta o Chapeleiro Maluco, Helena Bonham Carter veste a pele da Rainha Vermelha e Anne Hathaway é a Rainha Branca.

Em 2005, ‘Charlie e a Fábrica de Chocolate’, foi o sucesso. No mesmo ano, Tim Burton lançou ‘A noiva cadáver’. Dois anos mais tarde ‘Sweeney Todd’ encheu as saladas de cinema. Depois dos sucessos de fantasia, Tim Burton regressa agora com um país maravilhoso cheio de cor, ritmo e segredos. É tudo maravilhoso até as músicas. A banda sonora instrumental do filme foi composta pelo Danny Elfman. Já a trilha sonora cantada contou com a participação de diversos cantores e bandas, incluindo Robert Smith, Tokio Hotel, Avril Lavigne e All Time Low, além de muitos outros.

Segure-se bem e deixe-se levar pelo país encantado das maravilhas. Traga os amigos ou a família mas não perca este filme coberto de maravilhas e cheio de emoções.

So You Think You Can Dance


Após audições, começou ontem a emissão, na Fox, das galas da quinta temporada do So You Think You Can Dance.
A qualidade dos bailarinos, globalmente, é SOBERBA!
A competição vai, sem dúvida, ser renhida!

As minhas actuações favoritas desta 1.ª Gala:



domingo, 21 de fevereiro de 2010

I am... Yours - An Intimate Performance at Wynn Las Vegas


Ontem fomos dar uma voltinha, pois precisávamos de comprar material escolar para o Martim e o presentinho de aniversário da R. ...
Começámos pelo pequeno-almoço na Fnac do Colombo e o meu foi complementado pelo CD/DVD a que se refere a ilustração supra, oferecido pelo M.  :)
Isto, na sequência do meu post...
Às meninas que, simpaticamente, comentaram o mesmo, partilhando que também adoram o tema "Halo"... Devo dizer que não me considerava fã da Beyoncé, mas...
O CD (que é, também, DVD, como disse) é ... FENOMENAL!!!

Ficam aqui duas pequeninas mostras... enjoy all!



P.S. I Love You

O meu* serão de sexta-feira (ou a madrugada de Sábado, já que a sessão terminou às 2:00 horas!) foi passado a ver este filme:


I can't breathe...

* escrevo "o meu serão", pois o M. adormeceu ao fim de alguns minutos... Acordou a meio da noite e foi ver..!, pelo que, pela manhã, foi-nos possível partilhar as nossas impressões acerca do filme!

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Valentine's Day - The Movie


Já ri e chorei!
Simples e agradável de ver, adorei!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Valentine's Day

Ando a pensar dizer ao meu mais-que-tudo que devíamos deixar de trocar presentes, lembranças, flores, postais e outras coisas que tais no dia 14 de Fevereiro de cada ano.
Afinal...
É só mais uma data muuuito comercial.
O amor pode e deve ser celebrado todos os dias, pelo que não faz sentido aderir à onda consumista do Dia dos Namorados...
Mas...
Uma coisa é certa: eu quero ver este filme!!!

QUERO, QUERO, QUERO!


P.S.: Que grande concentração de gente... lindaaaaa!

sábado, 30 de janeiro de 2010

Food Photography: Truly an Art

Food photography.
Mais uma das artes por que me interesso.
Há tempos fiz umas pesquisas e... percebi, com facilidade, que, de facto, é mesmo uma arte, com muita técnica a sustentá-la.
Também importa ter matéria-prima de categoria!  :)

Há fotógrafos (alguns "apenas" fotógrafos, outros, concomitantemente, chefs de cuisine) que trabalham na área que fazem trabalhos verdadeiramente... divinais.
Deixo aqui alguns exemplos.
Deliciem-se.
Porque os olhos também comem.





















Tirada de: http://www.mytartelette.com/


Podia continuar a colocar mais e mais fotografias, porque são mesmo uma delícia.
Não ficaram com fominha?

Madonna

Nascida Madonna Louise Veronica Ciccone foi, durante anos a fio, o meu ídolo.
Quem me conhece desses tempos idos, deverá recordar-se da paixão que eu tinha pela Rainha da Pop.
Começou aos meus dez ou onze anos, quando o meu Pai me comprou o single La Isla Bonita, em vinil, claro.
Depois, veio o album True Blue.
Desde Open Your Heart, a Papa Don't Preach e a Live to Tell... adorava as faixas todas!
Ouvi-as vezes sem fim.
A cada intervalo da minha pacata vida de estudante do primeiro ano da preparatória, ouvia, cantava e coreografava os sucessos da cantora.
Era o tempo em que o meu Pai dizia que o meu quarto parecia acolher, a toda a hora, "o bailinho dos bombeiros", tal era a musicalidade vivida no espaço...
A revista Bravo passou, nessa altura, a ser uma aquisição obrigatória no quiosque que existia em frente à nossa casa, pois incluía, frequentemente, material da Material Girl, que eu coleccionava avidamente.
Eram tempos em que eu imaginava que era aquela loura espampanante, que dançava como ela e que vestia como ela - agora, reconheço que muitas das "farpelitas" (como diz a minha Amiga A.C., quando pretende referir-se a roupagens menos idóneas) eram a atirar para o piroso..!
Era também o tempo em que as paredes do meu quarto exibiam posters (posters, for God's sake!!!) da rapariga oxigenada, cheia de rendas e outras transparências.

Alguns anos mais tarde, quando frequentava o nono ano e ainda não tinha substituído, de todo, o meu grande ídolo, a Madonna apresentou a Blond Ambition Tour e a RTP 1 emitiu o concerto que ela deu em Barcelona.
Gravei em VHS, evidente.
A cassete era, de facto, de excelente qualidade, pois são incontáveis - verdadeiramente - as vezes que visionei o concerto ao longo daquele ano inteiro.
Já sabia de cor as sequências, as coreografias, os outfits...
A "panca" adensou-se.

Na edição dos Oscars de 1991, a Madonna interpretou o tema Sooner or Later, incluído na banda sonora do filme Dick Tracy e eu... fiquei doida!
Existe um episódio da minha, mais uma vez, pacata existência, algo ridículo, diga-se, relacionado com aquela exibição televisiva.
É que, na altura, achei a apresentação tão extraordinária, que decidi fazer uma pequena demonstração, para a M.J., durante uma aula de introdução à economia .
Nono ano, estão a ver?!...
Foi de facto, um absurdo, para mais, porque estava sentada... e porque, segundo me lembro, não estava a dar nenhuma novidade à minha interlocutora, pois ela tinha visto o programa, tal como eu...
E o professor chamou-me à atenção em frente àquela turma horrenda!
What a shame!
E eu que era uma "mosquita morta" tão perfeita..!
É claro que, durante alguns anos, o episódio foi tema de risota, pelo menos, entre mim e a presenteada com a brilhante demonstração madonnista..!

Para a altura, aquilo até era giro, vejam lá...


Mais tarde, a idolatria passou-me.
A rapariga, que já não vai sendo tão rapariga assim, foi enveredando por um estilo musical com que, de facto, já não me identifico.
Acho que ainda gosto... mas apenas de ouvir os temas antigos.
Tinha toda a discografia e, presentemente, já não tenho os últimos albuns editados.

Contrariamente ao Mats Magnusson, cuja perda de forma a R. evidenciou num post do Fadas, Princesas e Sonhos, a Madonna não perdeu a excelente forma física.
Pelo contrário, exacerbou de tal forma a magreza e a musculatura que acabou por ficar, até, um pouco mais feia.
Porém, aquelas ligações a estilos musicais menos apelativos - pelo menos, para mim -, as expressões cabalistas, o beijo na boca da Britney Spears, as adopções sucessivas dos meninos desfavorecidos  - de raça negra, claro, para que o altruísmo não passe despercebido, como se quer - e, por fim, os namoricos com rapazes de coeiros, é que vêm sendo, na minha opinião, machadadas poderosas na aura daquela que foi a minha grande paixão estrelada da juventude.

Fica também aqui o vídeo original do tema La Isla Bonita, para recordar...
Deve ter sido a única altura em que quis ter um vestidinho igual ao das bailarinas sevilhanas :)


P.S.: A Carolina é mesmo uma dançarina! Acreditam que começou logo a bailaricar quando coloquei aqui as músicas?! Estou bem arranjada com a Princesa...

domingo, 24 de janeiro de 2010

So You Think You Can Dance




Quando vi pela primeira vez...
Detestei.

Tinha acabado a última das temporadas do American Idol que foi exibida no Fox Life e a sua substituição pelo So You Think You Can Dance pareceu-me... bem, no mínimo, desajustada.

Bolas.
E eu que nunca vejo televisão nenhuma e que até ia conseguindo ver um bocadinho de qualquer coisa de que gosto às sextas-feiras à noite..!

Depois, o programa passou da fase das audições para a das eliminatórias mais a sério, e depois para a das galas, até à final e...
Fui ficando cada vez mais fascinada.
Absolutamente fascinada.
(de tal forma que "obriguei" a A. a passar um serão em casa dela a ver... Desculpa, Amiga!!!)

Adoro música, adoro dança.
Não percebo por que razão não nasci com os dons de cantar e de dançar com arte, pois tenho a convicção de que me sentiria muito mais inteira se os tivesse.

Lembro-me de ser miúda e de, porventura diferentemente do que ocorria com outras crianças da minha idade, passar as manhãs de Domingo a assistir, muda e queda, àquelas competições internacionais de danças de salão, ou de patinagem artística que, com frequência, eram exibidas na RTP 2.

Recordo-me de vibrar com a série Fame e de imaginar que também eu integrava aquele corpo de bailado...

É claro que - e sem desprimor para o talento de quem quer que seja - assistir a programas como o So You Think You Can Dance e o American Idol tem o efeito imediato de não conseguir, não obstante todo o esforço, gostar das cópias de formatos que, nas área do canto e da dança, se vão fazendo neste jardim à beira-mar plantado...
É muito amadorismo e a culpa nem sequer parece ser sempre dos concorrentes...

Da temporada que acabou, gostava imenso de vários bailarinos, mas a minha favorita era mesmo a Chelsie. Das finalistas... Bem, a Courtney, claro!
Ainda que, tecnicamente, pudesse estar um pouco (muito pouco) menos habilitada do que a Katee... A sua maneira de estar, que revelou ao longo da temporada, é... esmagadora!
(mas isso nem sempre conta neste mundo em que vivemos e é um pouco assustador...)

Venham mais mostras semanais de grande talento, eu e os meninos (que não podem ouvir uma qualquer música sem que comecem logo a dançar...) agradecemos!






Piece of art

sábado, 3 de outubro de 2009

Adam Lambert - My American Idol

Foi ontem transmitida na Fox a gala da final da Season 8 do American Idol...
Claro que não aguentara a expectativa e já tinha consultado na net quem teria sido o vencedor... :(
É indesmentível que, em regra, quem chega àquela fase do programa, reúne qualidades musicais evidentes...
E seria uma injustiça afirmar que isso não sucede com o Kris Allen. Enfim, o rapaz não canta nada mal e tem aquele jeitinho envergonhado de que as teenagers tanto gostam.
Mas...
Those foolish americans...
Puff.
A questão é que não há comparação possível entre os dois finalistas...
Para além de ter capacidades vocais de um nível muitíssimo superior, o Adam Lambert é um artista extraordinário, de uma versatilidade e carisma, para mim, nunca vistos no programa...
E que muitos artistas conceituados não possuem... de todo!
O desapontamento não foi apenas meu, a expressão facial do Simon Cowell foi demonstrativa :)
Deixo aqui um video que encontrei, que resume um pouco a passagem do Adam no A.I. (para mais, cantando No Boundaries, que amei de paixão, desde a primeira vez que a escutei!!!)...



No Boundaries, by Kara DioGuardi

Seconds, hours, so many days
You know what you want but how long can you wait?
Every moment lasts forever
When you feel you've lost your way
And what if my chances were already gone?
I started believing that I could be wrong
But you give me one good reason
To fight and never walk away
With every step you climb another mountain
Every breath it's harder to believe
You make it through the pain, weather the hurricanes
To get to that one thing
Just when you think the road is going nowhere
Just when you almost gave up on your dreams
They take you by the hand and show you that you can
There are no boundaries!
There are no boundaries!
I fought to the limit to stand on the edge
What if today is as good it gets?
Don't know where the future's headed
But nothing's gonna bring me down
I've jumped every bridge and I've run every line
I've risked being saved but I always knew why
I always knew why!
So here I am still holding on!
With every step you climb another mountain
Every breath it's harder to believe
You make it through the pain, weather the hurricanes
To get to that one thing
Just when you think the road is going nowhere
Just when you almost gave up on your dreams
They take you by the hand and show you that you can
You can go higher, you can go deeper
There are no boundaries above and beneath you
Break every rule 'cause there's nothing between you and your dreams
With every step you climb another mountain
Every breath it's harder to believe
Yeah! There are no boundaries
There are no boundaries!
With every step you climb another mountain
Every breath it's harder to believe
You make it through the pain, weather the hurricanes
There are no boundaries!
There are no boundaries!
There are no boundaries
P.S.: Aplaudi de pé a reacção - pode observar-se no finalzinho deste vídeo - que o Adam teve à vitória do amigo. Não gostaríamos de ser todos assim?! Eu penso que deveríamos sê-lo.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Queen of Burlesque

Há uns dias, lembrei-me de escrever, quando possível, um post ilustrado sobre o burlesco, mais concretamente, sobre a rainha da dança burlesca, Dita von Teese.
Á parte de ser, ou ter sido, não sei, mulher daquele senhor com uma aparência muito pouco simpática (refiro-me a Marilyn Manson), a artista é, a meu ver... linda!
E os espectáculos devem ser de uma genialidade criativa apreciável. Gostava de ter oportunidade de assistir.
Ela parece uma pin up (outro tema de que gosto e sobre o qual escreverei qualquer coisa um destes dias) "encarnada" - em corpo de verdadeira mulher!
Depois de ter pensado em escrever o dito post (é este), passeava, em família, na Fnac, quando vi exposto o livro "Vintage Dita", um álbum fotográfico da dita Dita, passo a repetição.
Hoje, o Miguel ofereceu-mo.
Admito que nem todas as fotografias primarão pelo mais elevado e distinto bom gosto... porém, outras são geniais.
A rapariga sabe o que faz... e domina os atributos que tem, sem dúvida.
Aqui ficam algumas mostras, estas, retiradas da internet, dos seus talentos.











quinta-feira, 21 de maio de 2009

Anita






Comecei a fazer, para a Carolina, a colecção de livros da Anita.

Desde muito pequenina que comecei a lê-los e, a certa altura, eram dos melhores presentes que podiam oferecer-me.
Li e reli cada um deles.
Observei, durante horas infindáveis, as suas ilustrações, que sempre considerei deliciosas.
Lamentei não ser capaz de reproduzi-las com a minha mão.


Agora, gostava de transmitir alguma da magia da Anita para a minha princesa.
Até porque... ser criança e não conhecer a Anita...
Enfim, penso que é mesmo uma questão cultural!


A Anita é uma personagem intemporal.
Estive a dar uma "volta" na internet, e encontrei o site da editora original dos livros, a Casterman.
Ali, pude recordar como a personagem foi evoluíndo, ao longo dos anos, adaptando-se, em cada momento, ao seu tempo e às tendências do mesmo.
Isso não é comum nas personagens infantis e penso que é por esta razão que a Anita é tão intemporal, como disse.
Como se refere no site da Verbo Editora...
"Anita é um sucesso editorial com mais de 40 anos que tem deliciado gerações e gerações. Um clássico infantil cuja tradição passa de mãe para filha e que agrada, em igual medida, às duas!".


Apesar de alguns poderem achar isto um bocado antiquado...
Eu adoro!
Adorava em menina e continuo a adorar.


"Martine”, nascida em 1954, de origem belga - é uma criação de Marcel Marlier que, 52 anos depois, continuava a ilustrar a colecção - é o nome original de “Anita”, pelo qual ficou conhecida em Portugal.
A sua versatilidade é tal, que o nome que lhe foi atribuído, em cada país, varia - talvez para proporcionar que os pequenos leitores se identificassem, mais facilmente, com a menina belga.
Assim, em Espanha, celebrizou-se como “Martita”, na Suécia, como “Mimmi”, na Indonésia, como “Tini” e, em Itália, como “Cristina".
De uma imagem que vi na internet, concluí ter ficado num país, que ainda não identifiquei, conhecida como... "Carolina"!


A minha boneca já tem:
01. Anita mamã;
22. Anita muda de casa;
34. Anita baby-sitter;
36. Anita de férias com os avós.


Absolutamente divinais!




terça-feira, 19 de maio de 2009

Genial

Li, no blog de uma Amiga (e Comadre), um post relativo à ilustradora Rebecca Dautremer.

Confesso que fiquei absolutamente rendida à beleza, à força, à genialidade do trabalho dela.

Já tinha reparado, na Fnac, na capa de um dos livros por ela ilustrados...
Infelizmente (embora por boas razões), nos últimos tempos, as idas às livrarias, normalmente acompanhadas pelos dois bebés, Martim e Carolina, têm proporcionado escasso relaxamento e potenciado muito pouco a exploração das obras, sendo muitas, malogradamente, desconhecidas para mim...
Espero já ansiosamente a próxima ida à Fnac, para contactar, mais de perto, com a genialidade desta artista!